Terça-feira, 31 de Maio de 2011

Medo!

E o tempo está a passar e eu continuo sem saber em quem vou votar...

publicado por Lourencinha às 12:07

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Sábado, 28 de Maio de 2011

Ai esta nossa cagança...

Reparei hoje que há, ali para os lados de Alcântara, uma Escola Superior de Artes Decorativas. Não querendo ser insuportável, não acham demais haver um curso superior para artes decorativas? Não bastam workshops? Qualquer dia também temos a Escola Sueprior de Auxiliares de Acção Educativa ou o Instituto Superior de Limpeza Urbana...

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publicado por Lourencinha às 21:54

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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

O ar condicionado

Apercebi-me agora que nunca cheguei a contar as peripécias que vivi graças à contratação de uma empresa de instalação de ar condicionado sugerida pelo Media Markt.

 

A coisa não correu bem desde o início. Em primeiro lugar, a senhora que me atendeu sempre o telefone tinha aquela voz de cana rachada, típica das recepcionistas dos consultórios médicos dos anos 80.

 

Em segundo lugar, a dita senhora adoptou permanentemente um tom de desprezo em todas as comunicações que trocámos, só porque percebeu que eu (imagine-se!) não percebia nada de instalação de ares condicionados, nem sabia o que eram “roços”.

 

Lá me enviaram um técnico para fazer um diagnóstico da instalação e indicar aos pedreiros, que estavam a fazer as obras em minha casa, onde deviam abrir os roços (agora já sei o que são – aposto que já subi muitos pontos na consideração daquele gramofone daquela senhora).

 

Segundo esse técnico, bastaria que eu voltasse a telefonar para a dita empresa a informar que os roços já estavam abertos, para que eles fossem lá acabar a instalação.

 

Pois, o que se passou, afinal, foi um pouquinho diferente. Quando liguei para lá para informar que já podiam continuar o serviço, disseram-me que tinha de esperar. Esperar que me voltassem a telefonar e esperar que houvesse vaga para marcar a continuação da instalação.

 

E assim fiquei dois dias à espera que me ligassem. E depois de muito custo lá marcaram para o meio da semana seguinte a continuação da instalação do ar condicionado. Não sem antes me perguntar se eu queria mesmo que eles me instalassem a porr@ da máquina.

 

E assim, fiquei com as obras atrasadas, com paredes esburacadas, à espera daquele bonito serviço.

 

Finalmente chegou o dia da instalação e chegaram a minha casa dois russos, que mal falavam português, para me instalar o ar condicionado. O entendimento foi difícil, mas possível. Acabaram o seu trabalho e quando chegou a hora de pagar peço recibo. Aí o russo principal (o mais velho) diz-me que, se era para passar recibo tinha de somar ao valor da obra o valor do IVA (isto sem contar que, por coincidência, não tinha trazido o livro de recibos! Mas não havia problema, depois enviava-mo). Ora eu, peguei na folha com os valores a pagar e vi que o IVA já estava incluído. Telefonei, à frente dele, para a empresa que me garantiu que o valor que já tinha indicado incluía o IVA. Assim, paguei o valor previamente indicado e fiquei com o documento da empresa que discriminava os valores da obra.

 

Até agora, e depois de ter solicitado à dita empresa, ainda não recebi o recibo do que paguei... cheira-me que isto não vai ficar por aqui...

publicado por Lourencinha às 09:29

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Quarta-feira, 25 de Maio de 2011

Ora toma lá mais uma galheta...

Sinceramente não me espanta aquela cena de pancadaria que já fez correr rios de tinta e indignou a maioria dos Portugueses (de bem).

Acho que foi uma cena deplorável, como qualquer situação em que uma das partes se encontra fragilizada, quer em número, quer em força, física ou psicológica.

Mas nada disto me espanta. Sempre houve violência entre jovens. No entanto, reconheço que a violência ou a frequência de tais situações seja directamente proporcional à crescente desresponsabilização dos pais na educação das suas crias. Sim, há a crença generalizada de que os pais, agora, não têm de educar os filhos. Para isso é que servem as escolas!

A tudo isto acresce a maior facilidade em divulgar estas situações, mérito todo, não do pseudo jornalismo que temos, mas sim da internet, essa maravilha da evolução.

 

Apesar da minha total inexperiência na educação de uma criança, ou pior, de um jovem, tenho para mim que a coisa se resolvia de uma maneira muito simples. Queixas-crime contra todos os intervenientes (excluída a vítima, claro está, que essa já apanhou o suficiente). As duas agressoras (que valentonas, tiveram de se juntar para bater na outra) por ofensas à integridade física (e eu apostava logo na qualificada que era para doer mais) e os outros palhaços (autor do filme incluído) por crime de omissão de auxílio. De certeza que a pressão de um processo-crime, com interrogatórios e audiências perante um Tribunal fariam maravilhas naquelas cabecinhas cobardolas que, por uns instantes, se acharam muito valentes e populares.

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publicado por Lourencinha às 11:05

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

O lugar de um coelho é no tacho

...ou o que se me oferece dizer sobre o Debate entre os Pequenos Partidos.

 

Sr. José Manuel Coelho,

 

A sua atitude é um insulto aos Portugueses.

Por muita razão que o Sr. possa ter nalgumas coisas que diz, Portugal precisa de uma alternativa séria para estas Legislativas. Para palhaços, já bastam todos os que temos!

publicado por Lourencinha às 10:51

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Quarta-feira, 18 de Maio de 2011

Aula prática de ciências

Se estivesse muita gente no Banco à hora a que eu cheguei, garanto-vos que todos iriam pensar que eu comecei o dia a abrir uma garrafa de chamapanhe. É que o que se ouviu na cozinha àquela hora da matina foi o característico , acompanhado de um gritinho de susto que deixei escapar, porque efectivamente me assustei.

 

Ora se eu não comecei o dia a abrir uma garrafa de chamapanhe, o que motivou tal alarido?

 

Como eu ando com um bocadinho de azia, faço o possível por ter sempre ao pé de mim uma  garrafinha de água misturada com farinha (a única coisa que me alivia...).

 

Como esta manhã a azia começou logo após o pequeno-almoço, mal cheguei ao Banco fui lavar a tal garrafinha com água com farinha que, confesso, andava esquecida há alguns dias.

Resultado, quando libertei a pressão da rosca da garrafa... !

 

E assim aprendi que a fermentação pode ser explosiva!

publicado por Lourencinha às 09:32

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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

A arte de julgar

O tema - a injustiça que por cá se faz - é-me caro.

E não fosse eu andar com as hormonas num rodopio até comentava.

Mas, confesso, não consigo, tal é a repugnância que tudo isto me causa.

Assim sendo e porque há vozes (ou blogs) que não se calam, sugiro, mais uma vez, que visitem a Bad...

 

 

Eu, por cá, estou mortinha de vergonha pela justiça que temos.

 

publicado por Lourencinha às 09:31

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Sábado, 14 de Maio de 2011

Palhaços (ups) na tribo

Acabei de ver aquilo que eu penso ter sido o resumo daquele programa (?) em que uma cambada de famosos (pois, sim) portugueses vão passar uns dias a umas tribos africanas.

 

E embora tenha achado o programa bastante estúpido, não posso deixar de comentar duas afirmações feitas por dois dos famosos (meu Deus, até na qualidade dos nossos famosos somos pobres!) presentes no programa.

 

A primeira afirmação pertence àquele inadaptado social que é o Castelo Branco. Refiro-me especificamente quando ele se queixa que a Marta (essa outra famosa de renome, tal é o imenso talento dela!) o denunciou. Sim a Marta fez o impensável. Disse que ele tinha pilinha quando a tribo decidiu que o homem (chamar homem àquilo até tem uma certa piada...) dormia na cabana das mulheres, porque confundio-o com uma mulher, . Ora tal infâmia denúncia teve como resultado o gajo ser apalpado por todas, para que se confirmasse o seu género.

 

Ora, se me é permitido comentar - e sim, o blog é meu, eu comento o que quiser! - não vejo onde é que está a escandaleira. Eu também o teria denunciado. Antes isso do que dormir no mesmo espaço físico com aquela aventesma. Em primeiro lugar porque, pelo que se sabe, ainda não cortaram a pila ao homem (homem, eu hoje estou cheia de piada); em segundo lugar, porque não me apeteceria nada que aquela bicha maluca me visse nua... ainda passava a invejar os meus imensos atributos. E todos sabemos como a inveja pode ser destrutiva!

 

O segundo comentário que achei delicioso foi o do José Carlos Pereira, mesmo no fim do episódio, à noitinha, quando, assim, numa de desabafo meio escondido, o gajo diz que aquilo está a ficar muito mais violento do que esperava... aquilo já não era um documentário, aquilo era um reallity show.

 

Zé Carlos, é suposto largar a droga quando se faz uma desintoxicação... Tu achavas que ias fazer um documentário?

(GARGALHADA!)

A sério, se não consegues largá-la, pelo menos, abstém-te de comentários ridículos. É que assim, nunca mais deixas de ser o palhaço da cena de actores (cof, cof) em Portugal.

publicado por Lourencinha às 19:05

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Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

...

Embora já tenha passado algum tempo e nada me espante nas atitudes de certas pessoas, o que é certo é que continuam a incomodar-me determinados comportamentos de terceiros em relação à minha pessoa. Mesmo quando tomo conhecimento dos factos, passado um ror de anos.

 

Antes de trabalhar onde trabalho, estive muitos anos num outro departamento da mesma empresa. Confesso que andava desgastada, em stress constante, desejosa de conseguir sair daquele sufoco. Sim, porque ter trabalho não tem de significar viver em sobressalto permanente!

 

O ambiente (sim, tratava-se, realmente, de uma questão de ambiente de trabalho) piorou significativamente quando a chefia daquele departamento mudou, poucos meses antes (agora sei!) de eu sair daquele antro.

 

Exacto, a chefia mudou para pior, devo acrescentar, e eu tive a grande oportunidade de mudar de direcção, para fazer algo bastante diferente daquilo a que eu estava habituada a fazer, mas muito aliciante, porque era novidade, porque nunca me acanhei perante os desafios e porque, finalmente, tinha a oportunidade de respirar fundo e ser feliz no meu trabalho.

 

Aceitei sem olhar para trás!

 

Hoje descubro que o cabr@o do meu antigo chefe foi falar com aquele que veio a ser o meu actual chefe, na altura em que eu já estava com um pé fora do departamento, para o avisar para ter cuidado comigo?!

 

Cuidado comigo porquê? O que é que o gajo ganharia se conseguisse boicotar a minha “libertação”?

 

Pois. o que quer que pretendesse não conseguiu. Há gentinha muito infeliz nas vidinhas que têm... nice try, asshole!

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publicado por Lourencinha às 14:14

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Quinta-feira, 12 de Maio de 2011

Das pessoas poucochinhas

Alguém me sabe elucidar sobre a pertinência e sentido de oportunidade de uma pessoa que, no espaço de tempo de 4 estações de metro, aproveita para me contar rapidamente, mas com algum pormenor, quatro partos que correram mal?

 

 

Mas eu tenho de levar com esta gente porquê, hum?

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publicado por Lourencinha às 09:40

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Quarta-feira, 11 de Maio de 2011

Que gentinha!

Há já algum tempo que não escrevo nada. Como podem calcular, não me pretendo justificar, mas o que é facto é que tenho tido mais para fazer, menos inspiração e um computador a menos na minha vida. Sim, continuo sem portátil em casa e não vou gastar dinheiro a comprar outro!

 

No entanto, não posso deixar de passar aqui para relatar uma coisa simples, mas infelizmente, cada vez mais rara nesta nossa sociedade. Falo-vos da atenção a ter com pessoas mais frágeis, mais concretamente, de mulheres grávidas.

 

Estando eu a viver essa experiência maravilhosa que é gravidez e tendo uma senhora pança, posso afirmar que conto pelos dedos de uma mão as vezes que já me deram lugar nos transportes públicos. E olhem que os uso todos os dias! As pessoas que se sentam nos lugares reservados a pessoas grávidas e afins fingem-se de mortas e os outros, geralmente, assobiam para o lado. E como eu, muitas outras pessoas, deficientes ou pessoas com crianças de colo, se devem queixar do mesmo. Ainda na semana passada, se não fosse eu, já bastante grávida, ter dado o lugar a uma senhora que chegou com uma criança de colo e carregada até à ponta dos cabelos, podem acreditar que ninguém lhe daria o lugar. É claro que depois de me verem levantar com a minha pança considerável todos deixaram escapar Ah, que disparate, a senhora está grávida, sente-se. Pois sim, está muito bem.

 

Esta falta de sensibilidade (ou educação, como queiram!) é tão corriqueira que ontem, no metro de regresso a casa, nem me apercebi que um rapaz me oferecia o lugar, mal se apercebeu que eu estava grávida e de pé.

 

Ora, minha gente rude, mal educada e analfabeta, é preciso um gaiato ensinar-vos boas maneiras? Hum?

 

Cambada de energúmenos!

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publicado por Lourencinha às 16:16

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Segunda-feira, 2 de Maio de 2011

Notícia

Dizem que o Bin Laden foi assassinado.

Numa notícia a relatar este facto podemos ler:

 

"O corpo do líder da Al-Qaeda foi retirado da residência de helicóptero e sepultado em alto mar, seguindo os rituais muçulmanos, informaram fontes oficiais, citadas pela imprensa americana."

 

Mas será só a mim que isto cheira mal?

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publicado por Lourencinha às 12:04

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De volta

De volta das mini-férias, tiradas para fazer obras lá em casa, há que fazer o balanço, neste esforço constante de me manter com os pés bem assentes na terra.

 

Não será tarefa dificil ou longa, como poderão apreciar.

 

Balanço

1. O que está feito

Ao contrário do que eu esperava (lá está, de vez em quando, subo à estratosfera), as obras AINDA NÃO TERMINARAM. A culpa não morrerá solteira, pois bem sei que nunca devia ter contratado aquela específica empresa para me instalar o ar condicionado que comprámos para pôr no quarto novo. Mas isso será tema para um outro post, que será publicado após a conclusão total e definitiva destas obras.

 

2. O que há a fazer

Até lá há que manter o pensamento positivo para não começar a espingardar a torto e a direito com todos os implicados (leia-se contratados) na dita obra, não vá a coisa correr mal e ficar com uma parede esburacada por tempo indefinido.

 

 

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publicado por Lourencinha às 11:12

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