Quarta-feira, 31 de Março de 2010

Tratado das coisas que me irritam solenemente I

Pois, este é um tema como outro qualquer.

 

Pretendo expurgar das minhas entranhas tudo aquilo que me tirar do sério, sejam pessoas ou situações.

 

E neste primeiro momento pretendo falar sobre uma pessoa.

 

Antes de mais, convém esclarecer que eu tenho o hábito (terrível ou não, that's just the way i am!) de classificar as pessoas com quem lido, com base, não só, na primeira impressão que me causam (o que raramente me engana), mas também numa observação cuidada e isenta, qual juiz, do seu comportamento e qualidades. Assim, chego muitas vezes (até aqui sou abençoada!) à conclusão que estou perante pessoas de valor, leais, maduras e com imenso para me ensinar. Porém, às vezes, chego a conclusões opostas. Como é o caso do primeiro "ataque de caspa" que pretendo contar. Não porque a pessoa em causa seja muito importante, mas porque finalmente cheguei a uma conclusão acerca dela e, como desde sempre desconfiei, não foi a melhor.

 

Falo de uma pessoa que sempre me deixou desconfiada. Não por ser desonesta, mas por achar que tudo nela era forçado, principalmente, os risos, a simpatia e a proactividade.

 

Sim, é verdade, estou-vos a falar de uma verdadeira lambe-botas. Mas não é uma lambe-botas qualquer. É daquelas que se têm em muito boa conta. Tão boa conta que acha normal corrigir o trabalho dos outros, ou mesmo do director, apesar de o tema não ser da área de formação dela, tudo em nome "de excesso de zelo". Sem contar com o facto de se achar muito melhor do que doutores que já o eram quando ela nasceu.

 

Outra coisa que gosta muito  é fazer-me a mesma pergunta, no mesmo tom, tipo gravação, durante dois minutos, ao ponto de já lhe ter madando (porque a minha paciência também tem limites!) um dos meus berros característicos com os dizeres " desculpe, mas não ouviu a resposta ou não a percebeu?"

 

O que me vai consolando é que quem tinha de topar o género do bicho, já o fez... e nem precisou de fazer um grande esforço. É que, felizmente, a aventesma não precisa de ajuda... enterra-se sozinha.

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publicado por Lourencinha às 09:09

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2 sentenças:
De Margot a 31 de Março de 2010 às 15:22
Conheço o género.... Felizmente, também costumo topá-los(as) à distância... e é gente que prefiro manter longe!
De Lourencinha a 31 de Março de 2010 às 15:25
eu prefiro manter por perto, não vá o diabo tecê-las ;-)

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